A leitura de artigos científicos não é algo simples e agradável, pois nem sempre temos tempo para leitura de textos extensos e repletos de termos técnicos. A tentativa de uso de textos científicos por gestores, empreendedores, consultores e demais atores interessados na inovação das organizações, geralmente implica no acesso a muitos textos, caracterizando uma leitura lenta e fragmentada. Outro aspecto a destacar é que os textos científicos geralmente carecem de direcionamento às ações, principal demanda dos praticantes que buscam soluções para os seus muitos desafios organizacionais. Estes dois argumentos são apontados por van Aken e Romme (2009) como as principais razões para a baixa utilização de textos científicos pelos praticantes. Essas limitações da literatura científica motivaram o desenvolvimento desse canal, que se propõe a selecionar e discutir de forma clara e objetiva, na forma de cartas, os mais recentes e importantes avanços científicos da área de Inovação Organizacional.
van Aken, J. E., & Romme, G. (2009). Reinventing the future: adding design science to the repertoire of organization and management studies. Organization Management Journal, 6(1), 5–12.
“O gargalo da minha empresa sou eu”. Já ouvi essa frase muitas vezes em minhas consultorias empresariais. Talvez você já tenha visto isso também: empresas em que o dono centraliza tanto a autoridade e as decisões que chega um momento em que os processos simplesmente não fluem como deveriam.

Face a globalização de mercados nos países, esta trouxe um cenário de intensa concorrência global. Empresas passaram a competir não mais localmente, mas rompendo fronteiras comerciais e territoriais.

Muito se discute a importância da Inteligência Emocional e Resiliência dentro de um ambiente corporativo e mais ainda em organizações inovadoras, mas pouco se coloca em pauta como o controle das emoções impacta diretamente no ganho de produtividade.