A leitura de artigos científicos não é algo simples e agradável, pois nem sempre temos tempo para leitura de textos extensos e repletos de termos técnicos. A tentativa de uso de textos científicos por gestores, empreendedores, consultores e demais atores interessados na inovação das organizações, geralmente implica no acesso a muitos textos, caracterizando uma leitura lenta e fragmentada. Outro aspecto a destacar é que os textos científicos geralmente carecem de direcionamento às ações, principal demanda dos praticantes que buscam soluções para os seus muitos desafios organizacionais. Estes dois argumentos são apontados por van Aken e Romme (2009) como as principais razões para a baixa utilização de textos científicos pelos praticantes. Essas limitações da literatura científica motivaram o desenvolvimento desse canal, que se propõe a selecionar e discutir de forma clara e objetiva, na forma de cartas, os mais recentes e importantes avanços científicos da área de Inovação Organizacional.
van Aken, J. E., & Romme, G. (2009). Reinventing the future: adding design science to the repertoire of organization and management studies. Organization Management Journal, 6(1), 5–12.
A entrada de novos colaboradores em uma organização representa muito mais do que um processo administrativo de admissão.

Depois de quase três décadas de tratativas, o acordo Mercosul-União Europeia foi finalmente assinado em dezessete de janeiro passado, em Assunção, pelos líderes dos dois blocos.

As organizações vivem de fetiches, e um dos mais ubíquos é o fetiche da mudança. Como consequência, muitos processos de mudança organizacional que almejam maior inovação, acabam gerando, paradoxalmente, maior inércia.